EXPERIÊNCIAS


Experiências

Experiências da matemática da vida das integrantes do grupo

 
 
Deborah, 20, nasci em Valinhos/SP, sou estudante de pedagogia, na instituição Anhanguera Educacional de Valinhos.
Minhas experiências com a matemática na infância, não foi tão simples assim, pois não conseguia entender sua funcionalidade lógica. Para relatar melhor descrever brevemente como me recordo:
"Lá estavamos nós, na sala. Professora e alunos. Muitas criança, uma diferente da outra. A concentração era um obstáculo praticamente intransponível para alguns (inclusive eu). Outros estavm preocupados com a merenda ou com quando iam embora. Os pensamentos vagavam. Os minutos avançavam. Por mais que se esforçasse, a professora não conseguia a atenção e concentrção de seus alunos para ensinar o conteúdo. Em certos momentos a aula tornava-se maçante e enfadonha. Tentavamos aprender... Tentava ensinar...Sonho ou pesadelo?
Havia algo que emperrava a apredizagem: a metodologia. Imagine se esta professora, ao invés de fazer um esforço enorme para ensinar seus alunos, descobrisse um método que os deixasse ansiosos e estimulados por aprender.
Com essas experiências, mesmo criança, ficava me imaginando ensinando, principalmente a matemática, pois era a matéria que tinha mais dificuldades, e por isso queria ajudar de alguma forma para que as crianças não tivessem mais tantas desavenças com esta matéria.
Mas hoje, como estudante de pedagogia e futura professora sou responsável pelo ensino do aluno. É o professor quem decide o contúdo que o aluno deverá saber, como promoverá a atividade e quando ocorrerá.
É o método adequado às crianças, que não tem ainda condições de optar por esta ou aquela maneira de aprender.
Então, técnicas de ensino como trabalhos em duplas ou em grupos, seminários, estudo de casos, autoavalição, por exemplo, são mais úteis do que uma aula expositiva. Estes recursos didáticos facilitam a retenção da aprendizagem e mantêm os alunos em sintonia com o educador.
Resolvi que devia sair do comum. Decida-se você também a ser diferente e surpreender seus alunos.

Fernanda, 38, nasci na cidade de São Paulo. Sou casada com Nilson e tenho duas filhas maravilhosas a Júlia e a Sabrina, amores da minha vida. estou cursando pedagogia na instituição Anhanguera de Valinhos.
Bom, minha vivência com a matemática, na época que entrei na escola, não foi a mais bela não, não sei se é por não apreciar a matéria. Mas isso, era o que eu pensava, pois não nascemos não gostando ou gostando de algo, mas aprendemos a gostar ou não de certas coisas. Talves a forma de metodologia que a professora usava, não ajudava em nada, até que eu me esforçava em aprender, mas quando a professora vinha com aquela tabuada para ser decorada, nossa era um tormento, então começava a perder o interesse por esta matéria.
Quando entrei para o magistério tive aula de matemática, mas o professor era tão incrível que comecei finalmente a entender a matemática, e consequntemente a gostar um pouco. Confesso que ainda não me apaixonei por completo pela matemática, mas o pouco que aprendi com aquele professor, me serviu de modelo para querer ser como ele no ensino da matemática.

Sandra, 32, nasci na cidade de Traipu, Alagoas, sou casada com Jose Soares, moramos atualmente em Valinhos, e curso pedagogia na instituição Anhanguera de Valinhos.
Desde meus primeiros anos escolares nem sempre fui bem em matemática
Mas sempre gostei, apesar de não ir bem em determinada matéria não desisti lembro-me que ainda criança, eu, junto com minhas irmãs
Brincávamos de comprar e vender era muito divertido porque além de brincar aprendíamos também, e ate hoje a matemática faz parte da minha vida em tudo que vou fazer,vejo que hoje, a matemática em nossas vidas é indispensável gostando ou não, isso é indiscutível no nosso cotidiano,a começar pelo salário que temos que calcular para as despesas como: mercado, água,luz,telefone moradia etc.Tudo isso é matemática da nossa casa para o trabalho,da casa para faculdade tudo é matemática,pois,calculamos quanto vamos gastar em passagens, quanto tempo (horas) gastamos nos quilômetros percorridos,e em tudo isso que foi falado não escapa ninguém, seja de classe alta,média,baixa.


Suzett, com o ensino antigo de matemática me lembro que aprendi o básico, mas não o suficiente para analisar a forma exata de ensino da professora, pois as condições da minha familia na época não proporcionava que eu pudesse continuar a estudar.
Mas isso não impediu que eu voltasse a estudar. Passado alguns anos, procurei o supletivo em minha cidade onde finalmente consegui concluir os estudos no ano de 1998.
Percebi que nessa época, o ensino de matemática estava diferente, pois assim que eu ia passando de série a MATEMÁTICA ia ficando cada vez mais complexa, mas isso não me desanimava, pois sempre gostei mais das exatas.

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